
If you don't know what you want, you have to accept what comes your way.
@wiseagent
Posted 3d ago · 6 min read

Dreams. We all have them (to some extent). Some are bigger than others. Some are smaller than others. Some are easier to achieve, just as they can be very difficult. The big question here is what do we do (in terms of action, in real life) to make them a reality? What paths do we choose to make it really happen? I know these are difficult questions to answer, and this fuels a very important reflection so that we can better understand our own desires and limitations.
In the middle of all this come goals and objectives, and along with dreams, this combination needs to be well redirected so that we can build the road that will lead us to the "finish line". There is no similar (or even identical) path for each person. The journey is always individual, as are our own needs. However, if we don't know what we want, we have to accept what comes our way because we lose the right to choose (which, by the way, is something really very powerful).
When you become indifferent to what matters most to you, you negate yourself. As a result, you lose your power to act. This makes you a hostage to yourself, and nothing is more challenging than facing yourself in unknown territories (or territories that we simply think we already know, but we always end up being surprised where we least expect it). Determination takes us far, and together with positive ambition it takes us even further. It's good to think about that.
The script of this story depends on us. The speed at which this happens doesn't always depend on us. It's always necessary to keep the helm of this ship under our control, because inertia will never bring anything good to anyone. Inside and outside our perspectives, we are seen and judged... Therefore, we must always look at ourselves more carefully, not to meet the expectations of others, but to so that we can at least understand much more about ourselves.
Todos tenemos sueños (en mayor o menor medida). Algunos son más grandes que otros. Algunos son más pequeños que otros. Algunos son más fáciles de alcanzar, así como otros pueden ser muy difíciles. La gran pregunta es: ¿qué hacemos (en términos de acciones, en la vida real) para convertirlos en realidad? ¿Qué caminos elegimos para que realmente sucedan? Sé que son preguntas difíciles de responder, y esto alimenta una reflexión muy importante para que podamos comprender mejor nuestros propios deseos y limitaciones.
En medio de todo esto surgen metas y objetivos, y junto con los sueños, esta combinación debe ser bien encauzada para que podamos construir el camino que nos lleve a la “meta”. No existe un camino similar (ni siquiera idéntico) para cada persona. El viaje siempre es individual, al igual que nuestras propias necesidades. Sin embargo, si no sabemos lo que queremos, tenemos que aceptar lo que nos depare el destino porque perdemos el derecho a elegir (que, por cierto, es algo realmente muy poderoso).
Cuando te vuelves indiferente a lo que más te importa, te niegas a ti mismo. Como resultado, pierdes tu capacidad de actuar. Esto te convierte en rehén de ti mismo, y nada es más desafiante que enfrentarte a ti mismo en territorios desconocidos (o territorios que creemos conocer, pero que siempre nos sorprenden donde menos lo esperamos). La determinación nos lleva lejos, y junto con una ambición positiva, nos lleva aún más lejos. Es bueno reflexionar sobre esto.
El guion de esta historia depende de nosotros. La velocidad a la que se desarrolla no siempre depende de nosotros. Siempre es necesario mantener el timón de este barco bajo nuestro control, porque la inercia nunca trae nada bueno a nadie. Dentro y fuera de nuestras perspectivas, somos vistos y juzgados... Por lo tanto, siempre debemos mirarnos con más atención, no para cumplir las expectativas de los demás, pero sí, para que al menos podamos comprender mucho mejor quiénes somos.
Sonhos. Todos nós os temos (em alguma escala). Alguns são maiores do que outros. Alguns são menores do que outros. Alguns são mais fáceis de serem realizados, assim como também podem ser muito difíceis. A grande questão aqui é o que se faz (em termos de ação, na vida real) para torná-los numa realidade? Quais são os caminhos que nós escolhemos para fazer isso acontecer de verdade? Eu sei que são perguntas difícieis de serem respondidas, e isso alimenta uma reflexão muito importante para que possamos entender melhor os nossos próprios desejos e limites.
No meio disso entram as metas e os objetivos, e junto com os sonhos, essa combinação precisa ser bem redirecionada para que possamos construir a estrada que vai nos levar até a “linha de chegada”. Não existe nenhum caminho parecido (ou sequer igual) para cada pessoa. A jornada é sempre individual, assim como as nossas próprias necessidades. Porém, se não sabemos o que queremos, temos que aceitar o que vier na nossa direção porque perdemos o direito de escolha (que aliás, é algo realmente muito poderoso).
Quando você se torna omisso sobre o que mais te importa, você se auto anula. Sendo assim, você perde seu poder de ação. Isso faz de você um refém de você mesmo, e nada mais desafiador do que enfrentar a si mesmo dentro territórios desconhecidos (ou que simplesmente achamos que já conhecemos, mas sempre acabamos sendo surpreendidos onde menos esperamos). A determinação nos leva longe, e junto com a ambição positiva nos leva além. É bom pensar nisso.
O roteiro dessa história depende nós. A velocidade em que isso acontece nem sempre. É sempre necessário manter o leme dessa embarcação sob o nosso comando, porque a inércia nunca vai trazer algo de bom para ninguém. Dentro e fora das nossas perspectivas, somos vistos e somos julgados... Por isso, temos que sempre olhar para nós mesmos com mais atenção, mas não para atender as expectativas dos outros, mas sim, para ao menos entendermos muito mais sobre nós.
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