
Give yourself some credit.
@wiseagent
Posted 5d ago · 6 min read

Although selfishness is still commonly associated (even somewhat "philosophically") with something harmful, who says that sometimes we don't need these moments to look at ourselves and seek a version of ourselves? I think that by nature, we are all a little selfish, but things change when we don't understand very well how much of this feeling we have and, even worse, when we don't know how to use it. Such a tricky thing to be done!
Especially in a society as competitive as it is now, it has never been so important to understand this feeling. In some way, it fuels who we were, who we are, and who we can still be (and the same remains true for everything we do... both personally and professionally). Selfishness, when it becomes a better understood feeling, can bring us more good things than bad things. It's not just a matter of "guessing", it's more about a realization that individual moments should not be subjugated (by no one... under any circumstances, I would say).
When we need to prioritize ourselves, the world around us may even "scream" that we are being a personification of injustice in human form, but it is necessary to understand that without understanding who we are, what we do, and how we behave... We will not be able to do something positive for others. Recognizing values, attitudes, and the usability of our actions defines who we are. Therefore, being selfish can help in this process.
Knowing how good you are at something doesn't take away anyone's credit. As long as the recognition is done in a humanistic way, that is, without belittling what is done by other people. It is necessary to learn to reaffirm oneself with the commitment to be a better person in the midst of one's own internal chaos. This is not an easy task to do... And it usually takes a long time. However, the result tends to be positive. Basically, because when we understand that we need to give ourselves some credit before doing it for other people, it underpins the growth process.
Aunque el egoísmo todavía se asocia comúnmente (incluso de forma un tanto “filosófica”) con algo dañino, ¿quién dice que a veces no necesitamos esos momentos para reflexionar sobre nosotros mismos y buscar una mejor versión de nosotros? Creo que, por naturaleza, todos somos un poco egoístas, pero las cosas cambian cuando no comprendemos bien la magnitud de este sentimiento y, peor aún, cuando no sabemos cómo gestionarlo. ¡Qué cosa tan complicada de hacer!
Especialmente en una sociedad tan competitiva como la actual, nunca ha sido tan importante comprender este sentimiento. De alguna manera, impulsa quiénes fuimos, quiénes somos y quiénes podemos llegar a ser (y lo mismo ocurre con todo lo que hacemos, tanto en el ámbito personal como profesional). El egoísmo, cuando se convierte en un sentimiento mejor comprendido, puede traernos más cosas buenas que malas. No se trata solo de “adivinhar”, sino de comprender que no debemos reprimir los momentos individuales (por nadie... bajo ninguna circunstancia, diría yo).
Cuando necesitamos priorizarnos, el mundo que nos rodea puede incluso "gritar" que somos la personificación de la injusticia en forma humana, pero es necesario comprender que sin entender quiénes somos, qué hacemos y cómo nos comportamos... no podremos hacer algo positivo por los demás. Reconocer nuestros valores, actitudes y la utilidad de nuestras acciones define quiénes somos. Por lo tanto, ser egoísta puede ayudar en este proceso.
Saber lo bueno que eres en algo no le quita mérito a nadie, siempre y cuando el reconocimiento se haga de forma humanista, es decir, sin menospreciar lo que hacen los demás. Es necesario aprender a reafirmarse con el compromiso de ser una mejor persona en medio del propio caos interior. Esta no es una tarea fácil... y suele llevar mucho tiempo. Sin embargo, el resultado tiende a ser positivo. Básicamente, porque cuando entendemos que debemos darnos crédito a nosotros mismos antes de hacerlo por los demás, esto fortalece el proceso de crecimiento.
Apesar do egoísmo ainda ser comumente associado (até mesmo por uma questão um tanto quanto “filosófica”) como algo danoso, quem disse que às vezes não precisamos desses momentos para conseguir olharmos para nós mesmos e buscar uma versão de nós mesmos? Eu penso que por natureza, todos nós somos um pouco egoísta, mas a coisa muda quando não entendemos muito bem o quanto desse sentimento nós temos e pior ainda, quando não sabemos usá-lo. Que coisa complicada de ser feita!
Principalmente em uma sociedade tão competitiva quanto agora, nunca foi tão importante entender esse sentimento. De alguma maneira, ele alimenta quem nós fomos, quem nós somos e quem nós ainda podemos ser (e o mesmo segue sendo válido para tudo o que nós fazemos... tanto no lado pessoal quanto no lado profissional). O egoísmo, quando se torna um sentimento melhor compreendido, pode nos trazer mais coisas boas do que cosias ruins. Não se trata apenas de uma questão de “achismo”, é mais sobre uma constatação de que momentos individuais não devem ser subjugados (por ninguém... sob hipótese alguma, eu diria).
Quando precisamos ser a nossa própria prioridade, o mundo ao nosso redor pode até “gritar” que estamos sendo uma personificação da injustiça em forma humana, mas é preciso entender que sem entender quem nós somos, o que nós fazemos e como nos comportamos... Não estaremos aptos a fazer algo de positivo para os outros. Reconhecer valores, atitudes e usabilidade das nossas ações definem que nós somos. Sendo assim, ser egoísta pode ajudar nesse processo.
Saber o quanto você é bom em alguma coisa não tira o crédito de ninguém. Desde que o reconhecimento seja feito de maneira humanística, ou seja, sem desmerecer o que é feito por outras pessoas. É preciso aprender a se reafirmar com o compromisso de ser uma pessoa melhor no meio do próprio caos interno. Isso não é uma tarefa fácil de ser feita... E geralmente leva muito tempo. No entanto, o resultado tende a ser positivo. Basicamente, porque quando entendemos que precisamos nos dar algum crédito antes de fazer isso por outras pessoas, fundamenta o processo de crescimento.
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