
Are the machines really taking control?
@wiseagent
Posted 1d ago · 6 min read

Trying to ignore (or simply neglect) the fact that artificial intelligence is revolutionizing the world is, at the very least, a rather reckless act (so to speak). Machines are everywhere, reminding us that we are about to live in a future full of surprises (both good and bad). As such, each sector is charting its own course to deal with these technological advances. However, to what extent is the human race truly threatened within this context? I know you must have asked yourself the same question, and the big question is: Have you found the answer?

Certainly, we have different interpretations of this seemingly "chaotic" scenario. Everything is changing at a speed that is difficult to keep up with. However, if you focus on one segment at a time, things become a little clearer. For example, I have been closely following the changes that are happening within the movie industry, and while on the one hand I am frightened by so many new opportunities that put the human race in second place, on the other hand I am sure that the relationship of coexistence will always have to prevail.

However, advanced an artificial intelligence-based technology may be, no machine will be able to translate the impact of human actions into their specificities, because the magnitude that exists within the weight of art brings a challenge that can only be fully met by human beings. Unlike more "peripheral" work, which is a more plausible reality when we talk about replacing people with machines (and here I am referring to the technical aspects of movie production, for example). Even so, there will still be human beings controlling everything.

There is no doubt that artificial intelligence will revolutionize cinema, but only as entertainment, and not as a means of demonstrating art in its full magnitude within its own essence. Movies may become much cheaper and easier to produce (this is only a matter of time, because Hollywood is already suffering from this... just to mention a popular example), but even so, when it is necessary to use human feelings, there is no competition that can defeat the genuine presence of emotions that are inherent to our nature. Humans win. That's all.
Intentar ignorar (o simplemente descuidar) el hecho de que la inteligencia artificial está revolucionando el mundo es, como mínimo, un acto bastante imprudente (por así decirlo). Las máquinas están por todas partes, recordándonos que nos espera un futuro lleno de sorpresas (tanto buenas como malas). Por ello, cada sector está trazando su propio rumbo para afrontar estos avances tecnológicos. Sin embargo, ¿hasta qué punto está realmente amenazada la humanidad en este contexto? Sé que te habrás hecho la misma pregunta, y la gran pregunta es: ¿Has encontrado la respuesta?
Ciertamente, tenemos diferentes interpretaciones de este escenario aparentemente "caótico". Todo está cambiando a una velocidad difícil de seguir. Sin embargo, si te centras en un segmento a la vez, las cosas se aclaran un poco. Por ejemplo, he seguido de cerca los cambios que se están produciendo en la industria cinematográfica y, si bien por un lado me asustan tantas nuevas oportunidades que relegan a la humanidad a un segundo plano, por otro estoy seguro de que la relación de coexistencia siempre tendrá que prevalecer.
Por muy avanzada que sea una tecnología basada en inteligencia artificial, ninguna máquina podrá traducir el impacto de las acciones humanas a sus especificidades, porque la magnitud que existe dentro del peso del arte plantea un desafío que solo los seres humanos pueden afrontar plenamente. A diferencia del trabajo más "periférico", que es una realidad más plausible cuando hablamos de reemplazar a las personas por máquinas (y me refiero a los aspectos técnicos de la producción cinematográfica, por ejemplo). Aun así, seguirá habiendo seres humanos controlándolo todo.
No cabe duda de que la inteligencia artificial revolucionará el cine, pero solo como entretenimiento, y no como un medio para mostrar el arte en toda su magnitud y esencia. Puede que las películas se vuelvan mucho más baratas y fáciles de producir (esto es solo cuestión de tiempo, porque Hollywood ya lo padece... por mencionar un ejemplo popular), pero aun así, cuando es necesario utilizar los sentimientos humanos, no hay competencia que pueda vencer la genuina presencia de las emociones inherentes a nuestra naturaleza. Los humanos ganan. Eso es todo.
Tentar ignorar (ou simplesmente negligenciar) o fato de que a inteligência artificial está revolucionando o mundo é no mínimo um ato bastante leviano (por assim dizer). As máquinas estão por todos os lugares, nos lembrando que estamos prestes a viver um futuro cheio de surpresas (boas e ruins). Sendo assim, cada setor está traçando seus próprios jeitos de lidar com esses avanços tecnológicos. No entanto, até onde a raça humana está realmente ameaçada dentro desse contexto? Eu sei que você já deve ter se perguntado a mesma coisa, e a grande questão é: Você encontrou a resposta?
Certamente, nós temos diferentes interpretações sobre esse cenário aparentemente “caótico”. Tudo está mudando em uma velocidade difícil de ser devidamente acompanhada. No entanto, se você focar em um segmento por vez, as coisas ficam um pouco mais claras. Por exemplo, eu já venho acompanhando de perto das mudanças que estão acontecendo dentro da indústria do cinema, e se por um lado eu fico assustado com tantas novas oportunidades que colocam a raça humana em segundo plano, por outro lado eu tenho certeza que a relação de coexistência terá que sempre prevalecer.
Por mais avançada que seja uma tecnologia baseada em inteligência artificial, nenhuma máquina será capaz de traduzir o impacto das ações humanas em suas especificidades, porque a magnitude que existe dentro do peso da arte traz um desafio que só pode ser plenamente cumprido pelos seres humanos. Ao contrário do trabalho mais “periférico”, que é uma realidade mais plausível quando nós falamos sobre substituição de pessoas por máquinas (e aqui eu me refiro aos aspectos técnicos de produção de filmes, por exemplo). Mesmo assim, ainda haverá seres humanos controlando tudo.
Não há dúvidas de que a inteligência artificial vai revolucionar o cinema, mas apenas como entretenimento, e não um meio de demonstrar arte na sua magnitude plena dentro da sua própria essência. Os filmes podem se tornar bem mais baratos e mais fáceis de serem produzidos (isso é apenas uma questão de tempo, porque Hollywood já está sofrendo com isso... apenas para mencionar um exemplo popular), mas mesmo assim, quando for preciso usar dos sentimentos humanos, não há competição que possa derrotar a presença genuína das emoções que são inerentes a nossa natureza. Seres humanos vencem. Isso é tudo.
Posted Using @wiseagent/are-the-machines-really-taking-control-cvq" target="_blank" rel="noopener noreferrer">INLEO
Estimated Payout
$1.23
Discussion
No comments yet. Be the first!